A Nazaré é uma das pequenas vilas portuguesas mais fáceis para uma visita com animal: parte baixa compacta ao longo da marginal, 1,5 km de marginal plana, um funicular histórico que sobe ao Sítio aceitando cães em transportadora e uma verdadeira tradição de esplanadas de tasca pet-friendly. As poucas regras estritas, trela em toda a vila, proibição de praias concessionadas em época, lista de raças perigosas em comboios CP, estão bem sinalizadas e aplicadas, por isso ler as placas uma vez à chegada evita conversas incómodas depois.
A época das ondas grandes (out–fev) traz ventos atlânticos sustentados de 40–60 km/h que projetam sal à altura do rosto no trilho da falésia do Sítio. Limpe as patas e os olhos do cão depois de cada passeio na falésia e evite o miradouro do Suberco em alerta vermelho WSL quando a barreira de corda está colocada.
A lei portuguesa classifica Fila Brasileiro, Dogo Argentino, Pit Bull Terrier, Rottweiler, American Staffordshire Terrier, Staffordshire Bull Terrier e Tosa Inu como raças com restrições. Não podem entrar em comboios CP, açaime obrigatório em público, e recomenda-se viajar com o certificado antirrábico e idealmente uma declaração de esterilização.